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Como Funciona |
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A Professora Aslan
afirmou que o GH3 funciona a "nível celular" no corpo humano. Vamos desenvolver
um pouco este princípio.
Sabemos que o corpo é feito de células; células de
diferentes tipos (epidérmicas, musculares, cerebrais, nervosas, ósseas, etc.).
Ainda no útero, as células multiplicam-se e o feto
cresce. Após o crescimento, a proliferação das novas células continua, enquanto
algumas células começam a morrer; então começa a ter lugar um processo de intercâmbio
e regeneração. Enquanto houver maior número de células em formação do que a morrer,
o nosso crescimento continua. |
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Basicamente, este é o
quadro geral até aos vinte e poucos anos, momento em que a formação das novas células
e o desaparecimento das velhas se equilibram. Ao chegar aos trinta, o ser humano já perde
em média mais células do que as que ganha, e inicia-se um declínio geral de saúde e
eficiência, que se acelera à medida que a idade avança. Muito pode ser feito para
minimizar esta perda (uma dieta cuidadosa, exercício físico, vida regrada, etc.) mas o
homem comum geralmente não está para se preocupar com isso. Por outro lado, existem
muitos casos de homens e mulheres de 60 anos que se conservaram de forma extraordinária,
aparentando cerca de 30 anos tanto física como mentalmente.
Quando o intercâmbio celular começa a apresentar
uma perda diária, todas as funções corporais e cerebrais começam a deteriorar-se. No
início, a degeneração será quase imperceptível, mas caso o indivíduo exagere no
álcool, fume, etc. estas serão as zonas onde a degeneração aparecerá em primeiro
lugar. A falta de saúde fará com que o corpo não funcione eficientemente, e, claro, os
problemas começarão a aparecer. Se os orgãos vitais falharem por completo, a condição
pode muito bem tornar-se terminal, dependendo do orgão que falhar e dos meios
disponíveis para o tratar eficazmente. |
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É a este nível que o
GH3 actua de forma espantosa, tendo a possibilidade de alimentar as células corporais, de
as rejuvenescer e restabelecer. Isto, por seu turno, atenua as destruições e o declínio
causado pelo avanço dos anos, atrasa-os e, em muitos casos, reverte o processo. Em suma,
a maioria das pessoas tratadas com GH3 parecem e sentem-se mais jovens.
Obviamente não ficaram mais jovens: basta olhar para
a sua cédula de nascimento para confirmar a sua idade. Também não vão viver para
sempre, mas o efeito geral do GH3 é o de manter a pessoa num estado mental e físico
muito mais saudável do que o usual. Isto permitir-lhes-á gozar os bons dias do Outono da
sua vida em vez de cair num estado de degradação física e/ou mental nos seus últimos
anos, levando uma vida sem dignidade e tornando-se um fardo para todos à sua volta, bem
como uma vergonha para si mesmos. |
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De onde se depreende
que, se o GH3 tem este extraordinário efeito nas células de pessoas saudáveis, terá
efeito semelhante nas células de pessoas doentes. Ao alimentar as células, o GH3 ataca
condições que podem ser descritas como anti-naturais no decorrer de funções corporais
normais. Isto refere-se a qualquer condição anormal da cabeça aos pés, física ou
mental! Como o GH3 age através do aparelho circulatório, percorrendo o corpo com o
sangue (o meio de transporte de que dependemos inteiramente), ele consegue, efectivamente,
resultados únicos, de uma forma que mais nenhuma substância conhecida consegue.
O "ingrediente activo" do GH3 é, como
sabemos, hidroclorato de procaína. Este consiste em duas substâncias encontradas
naturalmente no corpo: a PABA e a DEAE, pertencendo a primeira ao complexo vitamínico B.
O segredo do GH3 é que, quando combinadas, estas duas substâncias tornam-se
infinitamente mais benéficas do que quando utilizadas em separado. Tal deu origem à
etiqueta de investigação "H3", criada para descrever este poderoso factor
contido na molécula de procaína. |
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A Professora Aslan e
os seus colegas não conseguiram determinar exactamente o porquê dos efeitos milagrosos
do GH3; decidiram, portanto, que, como o termo químico para PABA era H1 e o ácido
fólico (também produzido pelo corpo humano) era conhecido como H2, designariam o seu
nutriente como H3; uma decisão que viria a gerar alguma confusão no futuro. O uso de uma
substância que funciona mas que ninguém sabe muito bem porquê não é nada de novo: a
"aspirina " serve bem como exemplo.
O GH3 era, portanto, hidroclorato de procaína,
protegido e estabilizado pela adição de ácido benzóico como conservante e
metabissulfito de potássio como anti-oxidante. Enquanto a procaína simples tem um factor
de pH de 7.0, o do GH3 é de 3.3, o que lhe confere o seu equilíbrio acídico e assegura
uma estabilização prolongada, crucial para a sua eficácia e eliminando as
características anestésicas, que não são necessárias. |
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Nos intestinos, o GH3
decompõe-se nos seus constituintes (PABA e DEAE), e estes ingredientes desempenham
papéis vitais que antecedem qualquer metabolismo final. A PABA estimula a "boa"
flora intestinal a produzir as vitaminas K e B, bem como ácido fólico, enquanto a DEAE
ajuda a gerar colina e acetilcolina, ambas essenciais para o funcionamento eficaz do
baço, fígado, cérebro e sinapses nervosas.
Em especial, a DEAE é o agente que normaliza o
nível da monoaminoxidase no cérebro, aliviando assim a depressão (Nota: a
monoaminoxidase é normalmente produzida no corpo e controla o nível das hormonas
neuronais). Por volta da meia idade o nível da monoaminoxidase começa a aumentar em
muitas pessoas e descobriu-se ser a causa principal de depressão. A qualidade única da
DEAE é ser um inibidor reversível da monoaminoxidase; todos os outros medicamentos são
irreversíveis na sua acção. Por outras palavras, eles reduzem o nível da
monoaminoxidase destruindo o mecanismo que a produz. Os efeitos secundários de um corpo
sem monoaminoxidase são extremamente graves, incluindo morte por hemorragia cerebral. GH3
não tem quaisquer efeitos secundários - é perfeitamente seguro. |
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À medida que a DEAE alivia a
depressão, observou-se que produz igualmente um estado de estimulação mental, uma
sensação de "bem estar", e, ao contrário das anfetaminas (que não ocorrem
naturalmente no corpo humano), não possui efeitos secundários adversos nem é seguido
por um período de depressão. Dado que funciona a um nível
celular, o GH3 tem a capacidade de influenciar tanto o corpo como o cérebro numa
variedade de formas. O corpo, de facto, possui o que pode ser descrito como
"equilíbrio homeostático"; ou seja, um certo "relógio interno" que
pode também ser descrito como um termóstato tri-dimensional, que regula todas as
funções de modo a manterem o seu equilíbrio natural. Este termóstato vai actuar de
forma a eliminar qualquer condição "não natural" que ocorra, de qualquer
tipo, mental ou física. |
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O GH3 consegue (lembre-se que a razão
específica é desconhecida) promover este processo de equilíbrio, frequentemente com
grande sucesso. Em muitos casos tal é conseguido pela sua capacidade de aumentar a massa
de sangue que circula pelo aparelho circulatório e, ao mesmo tempo, de aumentar o
conteúdo de oxigénio das hemácias em cerca de 30%. Tal vai fortalecer o sistema
imunitário, aumentando assim a resistência a infecções. A investigação mostrou que, entre outras, as seguintes situações de doenças
responderam positivamente ao GH3 numa grande percentagem de casos: artrite, enxaqueca,
pressão sanguínea anormal (alta ou baixa), úlceras pépticas, acne, doença de
Parkinson, doença de Hodgkinson, esclerose múltipla, arteriosclerose, anemia,
hipoglicémia, hipertensão, diabetes, herpes, senilidade, reumatismo, problemas de
audição, problemas de visão, memória fraca, fadiga muscular, má circulação,
doenças de coração, angina do peito, osteoporose, impotência, frigidez, manchas de fígado, varizes, cabelo
grisalho, calvície, rugas, astenia, edemas, neuralgias, colesterol. |
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