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Informação do Produto |
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|A Descoberta
O GEROVITAL H3 (abreviado para
"GH3") começou com a descoberta da substância "Hidroclorato de
Procaína" por um bioquímico austríaco, o Dr. Alfred Einhorn. Em 1905 Einhorn
sucedeu em sintetizar e combinar numa solução aquosa dois produtos que ocorrem
naturalmente no corpo humano (Ácido paraminobenzóico, PABA, membro do complexo
vitamínico B, e Dietilaminoetanol, DEAE). O nome "procaína" foi apenas uma
etiqueta que Einhorn atribuíu a este resultado do seu trabalho como forma de o
diferenciar de outros.
A procaína provou ser extremamente útil como
analgésico. Na América tornou-se conhecida como "Novocaína", e foi largamente
utilizada pelos dentistas. Era muito eficaz, não tóxica, e não criava dependência.
Apesar das semelhanças de nome, a procaína não tem qualquer ligação com a cocaína; o
próprio Einhorn poderia ter escolhido qualquer outro nome quando procurava uma
designação para o seu achado. |
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Apesar da procaína
ter sido descoberta em 1905, parece que pouco interesse suscitou para além do seu uso
como analgésico até ao final dos anos 40, quando a Drª Ana Aslan, do Instituto Nacional
de Geriatria de Bucareste, a capital da Roménia, decidiu utilizá-lo em injecção para
aliviar as dores nas articulações artrosadas dos seus pacientes mais idosos.
A experiência foi, de facto, um sucesso, resultando
na diminuição das dores e no aumento da mobilidade dos doentes, mas o mais interessante
é que os pacientes começaram a demonstrar melhorias significativas tanto na sua
condição física como mental, muito para além do alívio da artrite. |
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Ana Aslan era uma
investigadora demasiado competente para deixar passar este fenómeno em branco. Por isso,
iniciou imediatamente um programa altamente controlado para observar os "efeitos
secundários" da procaína.
O problema residia essencialmente nas dificuldades de
estabilização: a procaína rapidamente hidrolizava no corpo humano, permanecendo activa
durante um período de tempo comparativamente pequeno. Se ela pudesse ser protegida
durante um período de, digamos, algumas horas, poderia então ser absorvida em maior
quantidade e assim aumentar os benefícios já identificados.
Em colaboração com os seus colegas, a Drª Aslan
adicionou metabissulfito de potássio e fosfato dissódico à procaína, o que atingiu o
efeito desejado de manter a substância no corpo por 6 a 9 horas. Em poucas palavras,
GEROVITAL H3 acabava de aparecer! |
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Os "efeitos
secundários" de GH3 tornaram-se cada vez mais aparentes e nascia assim a lenda de
Bucareste. Hoje em dia o GH3 está disponível em mais de 70 países progressistas
espalhados por todo o mundo e tem sido utilizado por mais de 100 milhões de pessoas,
incluindo líderes mundiais. A quantidade de provas irrefutáveis quanto à sua eficácia
é prodigiosa - muitas delas tendo sido fornecidas por eminentes autoridades médicas na
América. Portanto, todos os indivíduos e organizações (profissionais ou
governamentais) que desejam contestar ou ignorar estas provas são animados por
motivações menos louváveis do que o desejo de estabelecer a verdade. Ninguém é mais
cego do que aquele que não deseja ver!
Em 1956, Ana Aslan apresentou os resultados da sua
pesquisa no encontro de Karlsruhe do Congresso Europeu de Gerontologia. As suas
conclusões foram recebidas com o maior dos cepticismos; os colegas ouviram-na
educadamente, mas pura e simplesmente não acreditaram, o que não é difícil de
entender. Todos nós, leigos e profissionais, fomos educados para acreditar que se toma um
remédio para cada problema (por exemplo, uma aspirina para a dor de cabeça, um pó para
a dor de estômago, etc.). Que alguém possa sugerir, independentemente do seu grau de
sinceridade, que um antigo analgésico dental possui o segredo da cura quase universal e
do mistério do rejuvenescimento, é mais do que se pode aceitar. Ana Aslan perdia assim
uma batalha, mas sem qualquer intenção de perder a guerra! |
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Com a intenção de
eliminar qualquer dúvida sobre as suas descobertas, ela iniciou um dos maiores programas
mundiais de investigação e pesquisa; foi provavelmente o maior estudo "double
blind" alguma vez levado a cabo na história da indústria médica. Durante quase
dois anos, 15 000 trabalhadores entre os 38 e os 62 anos foram observados por toda a
Roménia. Mais de 400 médicos pertencentes a uma rede de 144 clínicas participaram no
programa, acompanhados por observadores externos.
Todos os pacientes eram saudáveis mas em estado de
envelhecimento (claro), começando a manifestar toda uma panóplia de surpreendentes
resultados. Entre os que utilizaram GH3, a percentagem de doenças diminuiu para 40%,
medida em faltas ao trabalho. Tal levou o governo romeno a subsidiar fortemente a
distribuição de GH3 pela população, de forma a apoiar a economia nacional. Mais
especificamente, houve normalização da pressão sanguínea (tanto aumentando como
diminuindo), melhoria das funções respiratórias, aumento do vigor muscular, bem como da
potência sexual, melhoria das artrites, desaparecimento das úlceras pépticas,
recuperação da cor nos cabelos grisalhos e crescimento de cabelo em calvos, diminuição
da hipertensão, desaparecimento da depressão, normalização dos níveis de colesterol,
etc. Em suma, não só se parou a degeneração resultante da idade avançada como se
conseguiu a sua reversão em número significativo: 80% dos sujeitos sob observação. |
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Quem não recebeu GH3
recebeu um placebo; no entanto, nem sequer a equipa médica sabia quem tomava GH3 e quem
tomava o placebo. Daí o termo "double blind" ("duplamente cego"),
pois apenas o computador do Instituto detinha o segredo.
Durante o estudo, uma epidemia de gripe varreu a
Europa, não respeitando quaisquer fronteiras nacionais. Tanto países comunistas como
capitalistas foram duramente atingidos. No entanto, enquanto a taxa de mortalidade no
grupo de pesquisa do GH3 foi de 2,7%, naqueles que receberam "tratamento normal"
foi de 13,9% - mais do que cinco vezes superior!
Só por si este facto indicou uma melhoria drástica
no nível de saúde básica e de resistência às infecções, resultante da ingestão
diária deste espantoso produto. |
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A Drª Aslan então
apresentou-se de novo perante o Congresso Europeu de Gerontologia, que examinou
cuidadosamente a montanha de provas por ela fornecida. Convencido então do seu rigor,
aceitou-a como base para a verdade das suas conclusões. A Drª foi então estrondosamente
aplaudida pelo seu trabalho.
Testes independentes foram então levados a cabo em
variados países da Europa Ocidental e de Leste, no Reino Unido e, finalmente, na
América. Sempre que os investigadores seguiram o método Aslan, deram com os mesmos
surpreendentes resultados; onde este método não foi seguido (o que nos leva a perguntar:
porque não?), os resultados foram mínimos, e obtidos pelo simples truque de utilizar a
procaína original sem a necessária protecção. Estranhamente, nessa altura - e, hoje em
dia, ainda na América - estes últimos foram os únicos resultados a obter ampla
divulgação. Para o público em geral, mais de 400 programas de investigação foram
considerados praticamente inexistentes, e, mais uma vez, torna-se legítimo perguntar:
"porquê"?
Infelizmente, investigar os porquês das coisas não
parece ser uma ocupação particularmente lucrativa, e as autoridades que produziram
falsos resultados sobre o GH3 não fazem negócio a explicar os seus procedimentos. Em
todo o caso, a história não acaba aqui.
No que diz respeito ao GH3, as portas abriram-se:
país após país aceitou as descobertas de Aslan, frequentemente chegando às mesmas
conclusões através da sua própria pesquisa. Se considerarmos a situação em 1982, a
população de mais de 70 países dispunha de GH3 para seu uso normal, geralmente sem
necessidade de receita médica. Segundo uma dada estimativa, cerca de 100 milhões de
utilizadores (Pennine Research Ltd., UK 1982) puderam beneficiar do GH3 num maior ou menor
grau. |
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